A roupa conforto não precisa ser desleixada, não deve ser obrigatoriamente macia ou suave. A roupa conforto abraça a alma, levanta a autoestima, garante confiança para enfrentar o dia. São aquelas peças ou acessórios que servem como estímulo para passar por um dia ruim, uma fase difícil ou mesmo um momento de desafio. É a roupa, ou o visual, que não tem erro, que cobre bem o corpo e não chama atenção mais do que o necessário. Nem sempre precisamos, devemos ou queremos atrair olhares – mesmo que positivos. Algumas vezes, para não dizer muitas, a vontade é de cumprir tarefas sem grande estardalhaço, apenas para seguir com a rotina.
Daí que conhecendo seu guarda-roupa, seu acervo pessoal, será possível identificar o que pode ocupar tal função. Afinal, vestir o corpo e cobrir a nudez não está vazio de significado, muito pelo contrário. A roupa veste muito além do palpável, ela toca no que é invisível, mas perceptivo. A roupa conforto é o abraço ou o amparo que gostaríamos de receber, mas nem sempre a vida oferece. É o “vestidinho preto” que se manifesta de maneiras diversas, na calça jeans curinga, na camisa perfeita, ou seja no que for; no cardigan macio, no colar chamativo.
O desafio é, no entanto, não viciar em um único look. Afinal, são tantas as possibilidades do guarda-roupa e, pela lógica, poucos os dias ruim. Ao menos assim a vida deve ser.
Fonte: Amanda Medeiros / Conversinha Fashion
Mostrando postagens com marcador vestir. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vestir. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 26 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Dez dicas de como se vestir para o trabalho sem morrer de calor
Mesmo em locais que permitem uma roupa mais casual, é preciso tomar cuidado para não parecer à vontade demais. Confira dez mandamentos para driblar essa situação e manter a compostura no trabalho sem derreter.
1 – Para um visual contemporâneo, a dica é misturar peças clássicas com outras mais leves, como calça de alfaiataria e blusinha. Complemente o look com um blazer ou simplesmente acessórios mais sofisticados.
2 – Os clássicos são sempre garantidos: vestido tubinho, que é refrescante e profissional ao mesmo tempo, camisa de seda, que é outra opção chiquérrima e não esquenta muito, e bermuda de alfaiataria nunca falham.
3 – Evite decotes profundos, transparências e roupas muito curtas, prefira roupas largas ao invés de curtas.
4 – Acessórios são a cara do verão, mas não exagere: apetrechos demais pode te deixar “fantasiada”.
5 – Peças típicas do verão podem conter laços e babados. A especialista lembra que esse tipo de figurino costuma transmitir um aspecto infantil e imaturo e, por isso, deve ser evitado.
6 – Deixe os extremos, como salto muito alto ou rasteirinhas, para outras ocasiões. Evite também os tamancos, que são muito “praia” e nada profissionais.
7 – “Todas as cores são permitidas e, no verão, ainda mais. No entanto, procure seguir as tendências de forma sutil”, indica Luciane. Se quiser apostar nos tons flúor, por exemplo, escolha um acessório ou sapatilha na cor.
8 – Peças de alfaiatarias são sempre bem-vindas. Para driblar o calor, opte pelos tecidos leves.
9 – As estampas são tendência neste momento e têm tudo a ver com o verão. Combine uma peça estampada com outra lisa para compor um visual descontraído.
10 – As mais ousadas podem seguir a tendência do “mix & match”, ou seja, a combinação de estampas. Prefira desenhos que conversem entre si e tenham algo em comum para que o visual não fique carnavalesco.
Fonte: Minha Vida
Assinar:
Postagens (Atom)

